Redação Coluna Bruna Carvalho
Neste domingo, 6 de julho, o Papa Leão XIV conduziu a oração do Angelus em Roma, reunindo milhares e fiéis, apesar do calor intenso. Antes da oração, ele refletiu sobre o Evangelho de Lucas (10,1-12.17-20), em que Jesus envia setenta e dois discípulos para a missão.
O Santo Padre destacou que os 72 discípulos enviados por Jesus representam a universalidade do Evangelho No entanto, o Papa também ressaltou que, apesar da grandeza do coração de Deus, poucos são os que se dedicam a trabalhar no campo da missão.
Foto: Vaticano
“Poucos reconhecem a grande obra que o senhor quer realizar no mundo”, disse o Papa.
Discípulos apaixonados!
Ao mesmo tempo, Jesus afirma que os trabalhadores para essa messe são poucos. "Há algo grande que o Senhor quer fazer na nossa vida e na história da humanidade, mas poucos são aqueles que se apercebem disso, que param para acolher o dom, que o anunciam e o levam aos outros", comentou o Santo Padre.
“Queridos irmãos e irmãs, a Igreja e o mundo não precisam de pessoas que cumprem os seus deveres religiosos mostrando a sua fé como um rótulo exterior; precisam, pelo contrário, de operários desejosos de trabalhar no campo da missão, de discípulos apaixonados que testemunhem o Reino de Deus onde quer que estejam.”
Chamada à Ação
Leão XIV prosseguiu dizendo que talvez não faltem os “cristãos de ocasião”, que de vez em quando dão lugar a algum sentimento religioso ou participam em algum evento; mas poucos são aqueles que estão prontos a trabalhar todos os dias no campo de Deus, cultivando no seu coração a semente do Evangelho para depois levá-la à vida quotidiana, à família, aos locais de trabalho e de estudo, aos vários ambientes sociais e àqueles que se encontram em necessidade.
O Pontífice concluiu pedindo à Virgem Maria que interceda por todos e nos acompanhe no caminho do seguimento do Senhor, "para que também nós possamos tornar-nos operários alegres do Reino de Deus".
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