Redação Coluna Bruna Carvalho
Os últimos 30 mil telefones de uso público, popularmente conhecidos como orelhões, já têm data marcada para a aposentadoria: até o final de 2028.

Criado em 1972, os orelhões têm design assinado pela arquiteta Chu Ming Silveira, chinesa radicada no país.
A rede chegou a contar com mais de 1,5 milhão de terminais, e era mantida por concessionárias de telefonia fixa, como uma contrapartida obrigatória do serviço.

Foto: José Cruz/Agência Brasil
Os contratos de concessão que incluiam a manutenção dos orelhões foram firmados em 1998 e chegaram ao fim em dezembro de 2025.
Adaptação desses contratos, no formato de autorizações de serviço, prevê a extinção gradual dos telefones públicos dentro do plano de universalização do acesso de telefonia no país.
Segundo a Anatel, com a proximidade do término dos contratos, "tornou-se oportuna uma discussão mais ampla sobre o atual modelo de concessão, com o fim de buscar estimular os investimentos em redes de suporte à banda larga".
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