Redação Coluna Bruna Carvalho
A Justiça do Piauí determinou, nesta sexta-feira (24), a suspensão do evento “Aurea – Alok e Convidados”, previsto para sábado (25), em Teresina. A decisão do juiz Lielton Vieira de Oliveira.
Segundo a Kalor Produções, responsável pela realização do evento, a medida foi recebida com respeito, mas a empresa afirma que irá recorrer da decisão junto ao Tribunal de Justiça do Piauí em regime de urgência.
Em nota oficial, a produtora reforça que o evento possui natureza privada e foi estruturado dentro da legalidade, com financiamento por meio de ingressos, patrocínios privados e apoio institucional, além de contrapartidas públicas previstas em lei.
Diante da decisão judicial, a Kalor Produções informou que adotará as medidas jurídicas cabíveis, com recurso em regime de urgência junto ao Tribunal de Justiça. A empresa afirma confiar no esclarecimento dos fatos e em uma decisão favorável, destacando que o evento já impactou setores como hotelaria, alimentação e comércio”, diz trecho da nota.
Diante da decisão judicial, a produtora informou que irá recorrer ao Tribunal de Justiça em regime de urgência.
Sobre o show
Alok está em Teresina desde a quarta-feira (22), quando ampliou a divulgação do show. A apresentação gratuita é parte da Aurea Tour, que já passou por cidades como Rio de Janeiro, Brasília e Belém. A capital piauiense é a primeira do Nordeste a receber a turnê.
Veja nota completa
A Kalor Produções informa que recebeu com respeito a decisão do juiz Lielton Vieira de Oliveira, que determinou a suspensão do evento “AUREA – Alok e Convidados”, previsto para amanhã, 25 de abril de 2026, em Teresina.
Reiteramos nosso respeito às instituições e esclarecemos que o evento possui natureza privada, estruturado dentro dos parâmetros legais e contratuais vigentes.
O projeto foi viabilizado por uma composição de receitas envolvendo venda de ingressos, bar, patrocínios privados e contrapartida pública, sendo que o investimento total é significativamente superior ao aporte do Estado para custear um evento desta magnitude estrutural e que envolve mais de 1500 profissionais atuando para sua execução.
Destacamos que, conforme a Lei nº 14.133/2021, eventos privados podem contar com patrocínio público quando há interesse coletivo, transparência e contrapartidas institucionais — prática consolidada em grandes eventos nacionais como o Rock in Rio, o Lollapalooza Brasil, o São João de Campina Grande, além de centenas de outros eventos pelo Brasil. Esse modelo gera economicidade , já que o Estado se fosse custeá-lo sozinho teria uma despesa de um valor 4x superior ao que esta patrocinando.
O “AUREA”, além de trazer uma estrutura de alto custo, impõe um risco ao empreendedor, que necessita compor várias receitas para conseguir consolidar um fechamento superavitário.
Atrair um evento deste porte para o Estado do Piauí, assim como aconteceu no Rio de Janeiro, Brasília e Belém do Pará, todos no mesmo formato, privado, com contrapartida pública, gera impacto econômico relevante, com estímulo ao turismo, geração de empregos e fortalecimento da cadeia produtiva de eventos, ampliando a visibilidade do Piauí no cenário nacional.
Diante da decisão, adotaremos as medidas jurídicas cabíveis, de recorrer ao Tribunal de Justiça em regime de urgência confiantes no esclarecimento dos fatos e em uma decisão favorável para que o evento que já movimentou hotéis, restaurantes e o mercado como um todo, possa concluir seu propósito de engrandecer nosso ESTADO.
Seguimos comprometidos com a legalidade, transparência e valorização da cultura e do entretenimento
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